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O hábito pequeno que mais economiza tempo não é abrir a ferramenta certa. É escrever o que você sabe antes de tentar corrigir. Qual entrada falhou? O comportamento mudou quando? Que hipótese já foi descartada? Quem consegue reproduzir? Essas respostas parecem burocracia, mas reduzem a chance de trocar código sem entender o problema. Quando o time pula essa etapa, cada pessoa reinicia a investigação do zero. A correção pode até sair, mas o aprendizado fica espalhado em conversa, print e memória. Um fluxo simples já ajuda: hipótese, evidência, mudança pequena, verificação e nota curta do que foi aprendido. Não precisa virar cerimônia. Precisa virar rastro.
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